RICOTTA #548 - O QUE ME IMPORTA MESMO...
O QUE ME IMPORTA MESMO É... por felipe ricotta www.carolazevedo.zip.net www.fotolog.com/felipericotta1 www.myspace.com/felipericotta1 www.myspace.com/felipericotta2 As más companhias me atraem. De uma forma diferente do que as boas companhias. Todas elas são necessárias. Todas elas são iguais, no fim das contas. Daí eu fico aqui todo idiota esperando todos os idiotas perceberem que sempre é na boa intenção. É só pra fazer o mundo girar. Simplesmente você escolhe o silêncio porque quer se preservar da podridão do mundo. E se guardar pra coisas belas como liberar toda a agressividade de uma vez só em cima de um palco ou simplesmente inventar mais formas de se amar ao próximo e, principalmente, se dedicar mais à quem tu escolhe contar tudo que tu não pode contar por aí porque o padrão te ridiculariza e você já está de saco cheio de entrar em todas as brigas, certo? E daí tudo passa a fazer sentido. Todo o tempo guardado, todas as pessoas que ficam incomodadas com isso, as que querem só te fuder um pouco pela diversão e depois te amam loucamente como se fosse a primeira noite. Os interesses, as escolhas. (...) A segunda noite sempre é melhor. Como uma vez um amigo falou, "é como o pinball quando tu puxa a mola ali", o momento que antecede a soltada. Daí pronto. Quando vem a porrada, ela é inesquecível pros meros mortais, os que observam. Daí enquanto os mais velhos continuam enchendo a porra do saco dizendo que os mais jovens só fazem merda, alguns dão risada e premeditam tua queda, outros não conseguem guardar nenhum segredo pois certos segredos têm prazo de validade. É uma questão de sobrevivência, não? Como separar a arte da vida com tanta precisão? É como lutar contra o poder da loucura das mulheres, por mais que tu não vai se deixar controlar - porque você tem que manter a fama de mau, lógico - a vida como uma micareta vêm à cabeça, não se pode controlar a informação nem a cabeça de ninguém. Mas tu pode saber jogar e fazer os do mal se fuderem, embananando-os nas falhas das suas extravagantes farsas, é tudo uma questão de tempo. O mundo me ensinou a atuar onde não há paz. E sucesso é saber se sentir vivo, custe o que custar. "Porra, dá pra esperar eu terminar de escrever? Tem que ficar gritando no meu ouvido?" Onde dá pra ver falsidade onde ninguém se escuta direito? Eu te dou o que eu posso dar, não tá sendo suficiente? Respeito a gente impõe da pior forma possível pra tudo ficar na mais profunda paz logo depois. A longo prazo, o silêncio vira combustível e quando pega fogo... Quando os demônios ficam mais claros que os anjos, a gente embala na cauda do cometa do mal. Mas no fim da noite, a gente cola mermo é com os anjos, saca? Os mais sacanas, lógico. "Hã? Quê? Que foi?" EI, AMOR. VC PRECISA VOLTAR PRO PLANETA. "Como assim voltar? Agora eu já tô muuuuito longe, deixa eu ficar, amanhã eu volto." TÁ, ENTÃO VAI. * Felipe Ricotta é artista sensível com feeling. ...MAS COMO EU IA DIZENDO, O QUE ME IMPORTA MESMO É O NOVO DO SUPERDRAG QUE SAIU.
Escrito por Felipe Ricotta às 15h27
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